sexta-feira, 16 de julho de 2010
O Sorgo Vermelho
Outro filme excepcional é ‘O Sorgo Vermelho’ (1987), o primeiro e provavelmente o melhor longa de Zhang Yimou. A reconstituição de época também é impecável, mas desta vez a da China rural nos anos 20 e 30, numa aldeia onde impera a lei do mais forte - ou do menos fraco. Gong Li não está perfeita, está divina no papel de uma quase adolescente que acaba assumindo o negócio do marido arranjado – se não me falha a memória, uma confecção de tintas para tingimento de tecidos. A fotografia, deslumbrante, contrasta com a adversidade com que quase todos os personagens têm de lidar no dia a dia. A sequência de algumas das atrocidades cometidas pelos invasores japoneses permanece com uma das mais chocantes da história do cinema.
Fassbinder
Considero ‘Lili Marlene' (1980) um dos maiores filmes de todos os tempos. Tem um ritmo alucinante -, é um filme de ação e suspense do início ao fim - mas é também um filme ultra-romântico, violento, político. A reconstituição de época (final dos anos 30 na Alemanha) é nota mil. A trilha sonora de suspense, só à base de cordas, e aqueles closes à Sergio Leone criam um estranhamento. As interpretações beiram a perfeição, a história é fluente, e como não poderia de deixar de ser, a fotografia ocupa um papel central, meio esbranquiçada, glitter – sugere um sonho que sabemos que é realidade pura, na veia. Aliás, com um nome como esse - Rainer Werner Fassbinder, um cineasta já começa melhor que os outros. Que belo nome! Que artista!
Adjetivos, vírgulas e interjeições
No Brasil, desde pelo menos Graciliano, o adjetivo virou tabu, e seu uso passou a ser considerado coisa de principiantes cafonas. Ser um escritor "minimalista", abusar de economia de meios, virou obviamente um clichê modernoso (limar as vírgulas também). Nem as interjeições escaparam. O grande Nelson Rodrigues foi um dos poucos que peitaram o dogma. Tudo bem que ele podia, por ser um gênio da língua, mas no fundo todo mundo pode - sabendo usar, não vai faltar! Eu adoro adjetivos, vírgulas, e estou me lixando para os dogmas, ao menos estes!
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Sopranos
Terminei de ver o último episódio dos Sopranos, lamentando como se fosse um grande romance que estivesse para acabar de ler. Tanta sordidez, violência, infelicidade, frustração e mesmo assim tudo funciona com uma Filarmônica de Berlim. Impecável, primoroso. Agora é começar a devorar os extras, que não são poucos.
terça-feira, 13 de julho de 2010
J.S. Bach, Concerto para quatro pianos em Lá Menor, BWV 1065
Sem palavras, há que se ouvir - no Youtube tem boas opções, como essa: http://www.youtube.com/watch?v=zg_IioVOnKY . Quem tiver pouco tempo pode ir diretamente para indicação de tempo 5 minutos e 30 segundos, sublime.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Pelé - gols no Chile
Ainda a Copa. Ronaldo é o artilheiro máximo da Copas com 15 gols, mas é importante lembrar que Pelé, que marcou um total de 12, praticamente deixou de participar daquela que possivelmente seria sua Copa mais fácil, a do Chile (1962). Fácil tanto pela ausência de grandes adversários, como pelo fato de Pelé, aos 21 anos, estar no auge dos auges de sua forma física e técnica. Mas ele se machucou logo no segundo jogo, contra a Tchecoslováquia (na estréia, contra o México, anotou seu único tento, um golaço). Mas vamos supor que esta fatalidade não tivesse acontecido: Pelé teria jogado mais uma partida pela fase de grupos (Espanha), e mais três jogos – não havia oitavas de final -, a saber: Inglaterra (quartas), Chile (semi) e Tchecoslováquia (final). Seria interessante saber em que minuto Pelé se machucou contra os tchecos*. Se considerarmos que ele perdeu metade deste jogo, temos o seguinte: quatro jogos e meio. Não seria anormal que tivesse conseguido uma média de 2 gols por partida (diante das circunstâncias, é uma estimativa até bem conservadora), o que nos dá 9 gols mais! Portanto, Pelé poderia ostentar a espetacular marca de 21 gols, que seria imbatível. Um PS: o grande Coutinho também se machucou em 62, por isso não jogou, apesar de ter permanecido no grupo. Esta seria a dupla de ataque titular do Brasil, ao lado de Garrincha, mas os deuses do futebol não permitiram. Pepe também tinha se machucado, senão teria jogado no lugar de Zagallo. Com este trio e mais Pepe, a seleção teria feito pelo menos uns 30 gols naqueles seis jogos, o maior ataque da história das Copas!
PS2: os deuses também não permitiram que Romário (ainda em grande forma aos 32 anos), jogasse ao lado de Ronaldo Fenômeno na Copa de 98, outra lástima para o futebol-arte.
* De acordo com o livro do Lance!, Pelé se machucou aos 27 minutos do primeiro tempo, e voltou aos 34, só pra fazer número.
PS2: os deuses também não permitiram que Romário (ainda em grande forma aos 32 anos), jogasse ao lado de Ronaldo Fenômeno na Copa de 98, outra lástima para o futebol-arte.
* De acordo com o livro do Lance!, Pelé se machucou aos 27 minutos do primeiro tempo, e voltou aos 34, só pra fazer número.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
California
Se o Estado americano da Califórnia fosse um país, provavelmente seria um dos mais interessantes e belos do mundo. E olha que eu nunca estive lá, mas pretendo!
PS: a palavra califórnia teria origem portuguesa, por conta do navegador português João Rodrigues Cabrilho. Ora pois, nada é perfeito, ó pá!
PS: a palavra califórnia teria origem portuguesa, por conta do navegador português João Rodrigues Cabrilho. Ora pois, nada é perfeito, ó pá!
Artigo Demétrio Magnoli
Vou tomar a liberdade de postar na íntegra o artigo do sociólogo Demétrio Magnoli publicado hoje no Estado de S. Paulo (não sou assinante do jornal, mas como encontrei o texto na rede, não vejo nenhum problema em sua reprodução). Acho que ele captou como poucos uma questão essencial desta campanha presidencial de 2010, além de fazer uma síntese perfeita do pior legado dos anos Lula.
A escolha de Serra
José Serra quase desistiu de disputar a eleição presidencial no fim de janeiro. Haveria motivos para a desistência. O País cresce à taxa de 6% e o consumo explode, sob o influxo do real valorizado e do ingresso de capitais de curto prazo, num cenário de déficit na conta corrente que será sustentado durante o ciclo eleitoral. Dilma Rousseff é a candidata de Lula, do núcleo do setor financeiro, dos maiores grupos empresariais e da elite de neopelegos sindicais. A decisão de seguir em frente revela a coragem política do governador paulista. Contudo, contraditoriamente, sua estratégia de campanha reflete a sagacidade convencional dos marqueteiros, não o compromisso ousado de um estadista que rema contra a maré em circunstâncias excepcionais.
Marqueteiros leem pesquisas como seminaristas leem a Bíblia. Do alto de seu literalismo fetichista, disseram a Serra que confrontar Lula equivale a derrota certa. Então, o governador resolveu comparar sua biografia à da candidata palaciana. Mas Dilma não existe, exceto como metáfora, o que anula a estratégia serrista. "Vai ficar um vazio nessa cédula e, para que esse vazio seja preenchido, eu mudei de nome e vou colocar Dilma lá na cédula", explicou Lula, cuja estratégia não é definida por marqueteiros. O pseudônimo circunstancial de Lula representa uma política, que é o lulismo. A candidatura de Serra só tem sentido se ele diverge dessa política.
O lulismo não é a política macroeconômica do governo, tomada de empréstimo de FHC, mas uma concepção sobre o Estado. A sua vinheta de propaganda, divulgada com dinheiro público pelo marketing oficial, diz que o Brasil é "um país de todos". Eis a mentira a ser exposta. O Estado lulista é um conglomerado de interesses privados. Nele se acomodam a elite patrimonialista tradicional, a nova elite política petista, grandes empresas associadas aos fundos de pensão, centrais sindicais chapa-branca e movimentos sociais financiados pelo governo.
O Brasil não é "de todos", mas de alguns: as máfias que colonizam o aparelho de Estado por meio de indicações políticas para mais de 600 mil cargos de confiança em todos os níveis de governo. Num "país de todos", a administração pública é conduzida por uma burocracia profissional. O Brasil do lulismo, no qual José Sarney adquiriu o estatuto de "homem incomum", não fará uma reforma do Estado. Estaria Serra disposto a erguer essa bandeira, afrontando o patrimonialismo entranhado em sua própria base política?
O Brasil não é "de todos", mas de alguns: Eike Batista, o sócio do BNDES, "o melhor banco de fomento do mundo", nas suas palavras, do qual recebeu um presente de R$ 70 milhões numa operação escabrosa no mercado acionário. Também é o país dos controladores da Oi, que erguem um semimonopólio a partir de privilégios concedidos pelo governo, inclusive uma providencial alteração anticompetitiva na Lei Geral de Telecomunicações, e se preparam para formar uma parceria com a Telebrás no sistema de banda larga. O lulismo orienta-se na direção de um capitalismo de Estado no qual o BNDES, as estatais e os fundos de pensão transferem recursos públicos para empresários que orbitam ao redor do poder. Teria Serra a coragem de criticar o modelo em gestação, inscrevendo na sua plataforma a separação entre o interesse público e os interesses privados?
O Brasil não é "de todos", mas de alguns: a nova burocracia sindical, cuja influência não depende do apoio dos trabalhadores, mas do imposto compulsório de origem varguista, repaginado pelo lulismo. Ousaria Serra defender a adoção da Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), declarando guerra ao neopeleguismo e retomando a palavra de ordem da liberdade sindical que um dia pertenceu ao PT e à CUT?
Num "país de todos", o sigilo bancário e o fiscal só podem ser quebrados por decisão judicial. No Brasil do lulismo, como atestam os casos de Francenildo Costa e Eduardo Jorge Caldas, eles valem menos que as conveniências de um poder inclinado a operar pela chantagem. Num "país de todos", a cidadania é um contrato apoiado no princípio da igualdade perante a lei. No Brasil do lulismo, os indivíduos ganham rótulos raciais oficiais, que regulam o exercício de direitos e traçam fronteiras sociais intransponíveis. Num "país de todos", a política externa subordina-se a valores consagrados na Constituição, como a promoção dos direitos humanos. No Brasil do lulismo, a palavra constitucional verga-se diante de ideologias propensas à celebração de ditaduras enroladas nos trapos de um visceral antiamericanismo. Estaria Serra disposto a falar de democracia, liberdade e igualdade, distinguindo-se do lulismo no campo estratégico dos valores fundamentais?
O lulismo é uma doutrina conservadora que veste uma fantasia de esquerda. Sob Lula, expandiram-se como nunca os programas de transferência direta de renda, que produzem evidentes dividendos eleitorais, mas pouco se fez nas esferas da educação, da saúde e da segurança pública. No país de alguns, os pobres não têm direito a escolas públicas e hospitais de qualidade ou à proteção do Estado diante do crime organizado. Teria Serra o desassombro de deixar ao relento os Eikes Batistas do mundo, comprometendo-se com um ambicioso plano de metas destinado a universalizar os direitos sociais?
Há um subtexto na decisão de Serra de comparar biografias. Ele está dizendo que existe um consenso político básico, cabendo aos eleitores a tarefa de definir o nome do gerente desse consenso nacional. É uma falsa mensagem, que Lula se encarrega de desmascarar todos os dias. Os brasileiros votarão num plebiscito sobre o lulismo. Se Serra não entender isso, perderá as eleições e deixará a cena como um político comum, impróprio para circunstâncias excepcionais. Mas ele ainda tem a oportunidade de escolher o caminho do estadista e perder as eleições falando de política. Nesse caso ? e só nesse! ? pode até mesmo triunfar nas urnas.
A escolha de Serra
José Serra quase desistiu de disputar a eleição presidencial no fim de janeiro. Haveria motivos para a desistência. O País cresce à taxa de 6% e o consumo explode, sob o influxo do real valorizado e do ingresso de capitais de curto prazo, num cenário de déficit na conta corrente que será sustentado durante o ciclo eleitoral. Dilma Rousseff é a candidata de Lula, do núcleo do setor financeiro, dos maiores grupos empresariais e da elite de neopelegos sindicais. A decisão de seguir em frente revela a coragem política do governador paulista. Contudo, contraditoriamente, sua estratégia de campanha reflete a sagacidade convencional dos marqueteiros, não o compromisso ousado de um estadista que rema contra a maré em circunstâncias excepcionais.
Marqueteiros leem pesquisas como seminaristas leem a Bíblia. Do alto de seu literalismo fetichista, disseram a Serra que confrontar Lula equivale a derrota certa. Então, o governador resolveu comparar sua biografia à da candidata palaciana. Mas Dilma não existe, exceto como metáfora, o que anula a estratégia serrista. "Vai ficar um vazio nessa cédula e, para que esse vazio seja preenchido, eu mudei de nome e vou colocar Dilma lá na cédula", explicou Lula, cuja estratégia não é definida por marqueteiros. O pseudônimo circunstancial de Lula representa uma política, que é o lulismo. A candidatura de Serra só tem sentido se ele diverge dessa política.
O lulismo não é a política macroeconômica do governo, tomada de empréstimo de FHC, mas uma concepção sobre o Estado. A sua vinheta de propaganda, divulgada com dinheiro público pelo marketing oficial, diz que o Brasil é "um país de todos". Eis a mentira a ser exposta. O Estado lulista é um conglomerado de interesses privados. Nele se acomodam a elite patrimonialista tradicional, a nova elite política petista, grandes empresas associadas aos fundos de pensão, centrais sindicais chapa-branca e movimentos sociais financiados pelo governo.
O Brasil não é "de todos", mas de alguns: as máfias que colonizam o aparelho de Estado por meio de indicações políticas para mais de 600 mil cargos de confiança em todos os níveis de governo. Num "país de todos", a administração pública é conduzida por uma burocracia profissional. O Brasil do lulismo, no qual José Sarney adquiriu o estatuto de "homem incomum", não fará uma reforma do Estado. Estaria Serra disposto a erguer essa bandeira, afrontando o patrimonialismo entranhado em sua própria base política?
O Brasil não é "de todos", mas de alguns: Eike Batista, o sócio do BNDES, "o melhor banco de fomento do mundo", nas suas palavras, do qual recebeu um presente de R$ 70 milhões numa operação escabrosa no mercado acionário. Também é o país dos controladores da Oi, que erguem um semimonopólio a partir de privilégios concedidos pelo governo, inclusive uma providencial alteração anticompetitiva na Lei Geral de Telecomunicações, e se preparam para formar uma parceria com a Telebrás no sistema de banda larga. O lulismo orienta-se na direção de um capitalismo de Estado no qual o BNDES, as estatais e os fundos de pensão transferem recursos públicos para empresários que orbitam ao redor do poder. Teria Serra a coragem de criticar o modelo em gestação, inscrevendo na sua plataforma a separação entre o interesse público e os interesses privados?
O Brasil não é "de todos", mas de alguns: a nova burocracia sindical, cuja influência não depende do apoio dos trabalhadores, mas do imposto compulsório de origem varguista, repaginado pelo lulismo. Ousaria Serra defender a adoção da Convenção 87 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), declarando guerra ao neopeleguismo e retomando a palavra de ordem da liberdade sindical que um dia pertenceu ao PT e à CUT?
Num "país de todos", o sigilo bancário e o fiscal só podem ser quebrados por decisão judicial. No Brasil do lulismo, como atestam os casos de Francenildo Costa e Eduardo Jorge Caldas, eles valem menos que as conveniências de um poder inclinado a operar pela chantagem. Num "país de todos", a cidadania é um contrato apoiado no princípio da igualdade perante a lei. No Brasil do lulismo, os indivíduos ganham rótulos raciais oficiais, que regulam o exercício de direitos e traçam fronteiras sociais intransponíveis. Num "país de todos", a política externa subordina-se a valores consagrados na Constituição, como a promoção dos direitos humanos. No Brasil do lulismo, a palavra constitucional verga-se diante de ideologias propensas à celebração de ditaduras enroladas nos trapos de um visceral antiamericanismo. Estaria Serra disposto a falar de democracia, liberdade e igualdade, distinguindo-se do lulismo no campo estratégico dos valores fundamentais?
O lulismo é uma doutrina conservadora que veste uma fantasia de esquerda. Sob Lula, expandiram-se como nunca os programas de transferência direta de renda, que produzem evidentes dividendos eleitorais, mas pouco se fez nas esferas da educação, da saúde e da segurança pública. No país de alguns, os pobres não têm direito a escolas públicas e hospitais de qualidade ou à proteção do Estado diante do crime organizado. Teria Serra o desassombro de deixar ao relento os Eikes Batistas do mundo, comprometendo-se com um ambicioso plano de metas destinado a universalizar os direitos sociais?
Há um subtexto na decisão de Serra de comparar biografias. Ele está dizendo que existe um consenso político básico, cabendo aos eleitores a tarefa de definir o nome do gerente desse consenso nacional. É uma falsa mensagem, que Lula se encarrega de desmascarar todos os dias. Os brasileiros votarão num plebiscito sobre o lulismo. Se Serra não entender isso, perderá as eleições e deixará a cena como um político comum, impróprio para circunstâncias excepcionais. Mas ele ainda tem a oportunidade de escolher o caminho do estadista e perder as eleições falando de política. Nesse caso ? e só nesse! ? pode até mesmo triunfar nas urnas.
Ainda não
Um único grande jogo é capaz de salvar e justificar uma Copa do Mundo. Mas, a duas partidas de seu final, a África do Sul ainda não presenciou nenhum jogaço, que defino como uma partida bem disputada e com pelo menos um gol anotado, em que se criam e alternam chances de gols em profusão, de lado a lado (mas há também o caso, mais raro, em que apenas uma equipe joga, e ainda assim o jogo entra para a história, dado as maravilhas produzidas por esse time. É o caso do Brasil nas finais de 1958 e 70). Quem sabe na final, ou na decisão do terceiro lugar, mas é pouco provável.
PS: grandes jogos em Copas, para mim, são: Brasil 1X1 França e Argentina 3X2 Alemanha em 1986; Brasil 2X3 Itália e Alemanha 3X3 França em 82; Brasil 1X1 Holanda em 98. Brasil 4X1 Itália, Brasil 1X0 Inglaterra e Alemanha 3X4 Itália em 70; Brasil 4X2 Chile em 62; Alemanha 2x1 Holanda e Holanda 2X0 Brasil em 74; Argentina 3x1 Holanda em 78. Alemanha 3x2 Hungria e Hungria 4X2 Brasil em 54. Brasil 1x2 Uruguai em 1950; Brasil 5X2 França e Brasil 5x2 Suécia em 58. Enfim, coisas grandes, que ficam.
PS: grandes jogos em Copas, para mim, são: Brasil 1X1 França e Argentina 3X2 Alemanha em 1986; Brasil 2X3 Itália e Alemanha 3X3 França em 82; Brasil 1X1 Holanda em 98. Brasil 4X1 Itália, Brasil 1X0 Inglaterra e Alemanha 3X4 Itália em 70; Brasil 4X2 Chile em 62; Alemanha 2x1 Holanda e Holanda 2X0 Brasil em 74; Argentina 3x1 Holanda em 78. Alemanha 3x2 Hungria e Hungria 4X2 Brasil em 54. Brasil 1x2 Uruguai em 1950; Brasil 5X2 França e Brasil 5x2 Suécia em 58. Enfim, coisas grandes, que ficam.
Morrissey
A canção Every day is like sunday, musicalmente falando, tem um dos melhores começos da história do pop. Em minha opinião, claro! http://www.youtube.com/watch?v=OmPKVvxFb1c
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